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O jejum

POVO  14.02.2018

O jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação em que vivem muitos dos nossos irmãos (...).Ao optarmos livremente por nos privar de algo para ajudar os outros, demonstramos concretamente que o próximo que passa dificuldades não nos é estranho. 

Bento XVI (40 dias, 40 ideias do Papa Bento XVI)
Com o início da Quaresma, começam os 40 dias pela vida, um convite à oração pela vida, ainda mais pertinente na conjuntura política (outra vez) à volta deste tema. Nestes 40 dias somos desafiados a fazer vigília contínua junto à clínica dos arcos, para isso podem inscrever-se em períodos de tempo de 1 hora. Mais informações aqui: http://www.40diaspelavida.org/

Eutanásia, não decidir apressadamente

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RICARDO SÁ FERNANDES            OBSERVADOR            16.02.2018 A hora é de debate. De estudo exaustivo das experiências que já se conhecem. Só depois, e não seguramente nesta legislatura, é que se pode tomar a decisão de legislar ou não, e em que sentido.
Em Fevereiro de 2016, subscrevi o manifesto “Direito a morrer com dignidade”, que teve o impulso decisivo de João Ribeiro Santos e Laura Ferreira dos Santos, ambos já falecidos, a quem devemos o oportuno debate hoje em curso na sociedade portuguesa acerca da eutanásia. Defendo por isso a despenalização e regulamentação da morte assistida, quer quando é o próprio doente a administrar o fármaco letal, quer quando este é administrado por terceiro. Entendo que esse é um direito do doente em grande sofrimento e sem esperança de cura. Em casos excepcionais, em último recurso – em situações clinicamente irreversíveis e de sofrimento extremo –, quando os cuidados paliativos já não são uma alternativa, o direito a morrer em paz deve ser asse…

Integrar a fragilidade, refazer a vida inteira

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www.religionline.blogspot.com     15.02.2018


O padre António Pedro em 2015, no Hospital de Santa Maria (Lisboa);  actualmente, exerce funções de capelão hospitalar no Hospital de Santa Marta  e Maternidade Alfredo da Costa, também em Lisboa A criadora da noção de cuidados paliativos dizia que “quando já não há nada a fazer, está tudo por fazer”. O padre António Pedro Monteiro, 31 anos, assistente religioso no maior hospital do país, diz que, perante o sofrimento, importa construir um caminho que integre a fragilidade e devolva a saúde pelo perdão de si mesmo e dos outros. E o padre Augusto Cima, 78 anos, manifesta-se muito crítico na falta de profissionalismo no acompanhamento dos doentes feito pelas estruturas católicas (o Dia Mundial do Doente foi assinalado Domingo passado) – ver no final ligação para uma entrevista na TSF.
Quando chega junto de uma das camas, o padre António Pedro ajoelha. Vai conversar com uma doente que chamara alguém da capelania do Hospital de Santa Maria, em Lisbo…

O dia mundial do doente e o erro da eutanásia

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SOFIA ALMEIDA COSTA GUEDES    FACEBOOOK  11.02.2018
Hoje dia 11 de Fevereiro de 2018, gostava de lembrar algumas pessoas que na sua doença me abriram novos horizontes de humanidade. Conheci a Toninha, no ano 2001, numa das várias visitas que fiz no contexto do Presépio na Cidade. Foi no Hospital de São José, quando uma voluntária me pediu para ir junto de uma senhora com 57 anos que estava há 13 anos deitada numa cama, ligado à todas as máquinas possíveis, completamente imóvel, apenas a cabeça movia-se um pouco, mas a sua razão, clareza, memória eram de tal maneira claras que pareciam fazer-nos ultrapassar a sua tão débil condição. Era como podemos imaginar uma pessoa revoltada, zangada, com uma enorme vontade de denunciar coisas terríveis que tinha sofrido, sobretudo quando não conseguia falar. Rejeitava a hipocrisia e por isso foram raras as pessoas que com ela conseguiram um relação.
Mas comigo, alguma coisa aconteceu que depois de me gabar uma camisola que levava, trazendo a sua mem…

José Manuel Jara: "Dez razões para rejeitar a eutanásia e o suicídio assistido"

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JOSÉ MANUEL JARA   SÁBADO  01.02.2017 
O médico psiquiatra, fundador da Associação de Apoio aos doentes depressivos e bipolares, considera que "a chamada morte assistida é um falso direito"
1 – A eutanásia não é uma necessidade social ou assistencial A concretização de uma lei que permita o Suicídio Assistido (ajudado) ou a Eutanásia (execução da morte a pedido), eufemisticamente englobados pelo termo "morte assistida", não corresponde a uma necessidade social ou assistencial, muito menos médica, e não é em nenhum plano uma prioridade. No nosso país é sem dúvida o desenvolvimento e melhoria dos cuidados paliativos a prioridade assistencial.
2 – A chamada morte assistida é um falso direito A iniciativa da sua discussão e eventual legalização parte de uma proposição doutrinária de base jurídica, alicerçada num liberalismo que entende defender o direito à morte como um direito "humano". A argumentação é antes de tudo do foro jurídico e não de base médica ou a…

Dia de S. Valentim 2018

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40 dias pela Vida

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Participe com oração e/ou tempo.  Inscreva-se em www.40diaspelavida.org ou pelo telefone 934040409